Quando o corpo move a nossa profissão

Durante anos, Manuela Valadas, entregou-se de corpo e alma à dança. Hoje, recorda as glórias e os “prejuízos” de uma vida a dançar!

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A paixão pela dança foi a razão pela qual Manuela Valadas e Rui Pinto se conheceram. Com um percurso profissional dedicado a esta arte, fizeram parte da importante companhia de dança portuguesa, Ballet Gulbenkian, pisando vários palcos, nacionais e internacionais.

Numa descontraída conversa, falam-nos com entusiasmo da profissão de bailarino. Enaltecem as alegrias e glórias deste ofício, partilham algumas peripécias vividas e evidenciam a enorme exigência física desta atividade que para muitos, como é o caso de Manuela Valadasd, deixa lesões que dificulta, posteriormente, a realização de práticas diárias como subir e descer escadas regularmente.

Uma vida dedicada à dança: uma atividade de alto risco

Manuela Valadas formou-se em filosofia, mas nunca exerceu. Desde cedo percebeu a paixão que nutria pela dança e, por isso, tornou-se bailarina da Ballet Gulbenkian, fazendo parte dos primórdios desta importante companhia de dança portuguesa. Pisou vários palcos, nacionais e internacionais, contracenou com bailarinos e coreógrafos de grande notoriedade e, mais tarde, optou pela vertente de ensino, altura que deu aulas de dança contemporânea a Rui Pinto.
“A Manuela foi minha professora de dança moderna, em 1982, tinha eu 16 anos. Desde aí que construímos uma relação de amizade e partilhamos o entusiamo pela dança. Viajamos pelo mundo inteiro em prol desta nossa paixão, dedicamo-nos a tempo inteiro à dança e vivemos intensamente cada dia em prol desta arte.”

 
imagem de um casal a sorrir no jardim
 
Sobre esta profissão, em tom mais sério, referem o esforço físico que o bailarino se sujeita diariamente. Como descrevem, “é o corpo move a nossa profissão” e, por isso, é exposto a um treino diário e violento.

“É uma profissão de risco para o nosso corpo comparada ao desporto de alta competição, ainda que não seja assumida como tal. Conheço pessoas que ficaram muito debilitadas com fraturas na anca, joelhos, entre outras mazelas. A dança dá-nos tudo, mas também nos tira muita coisa. Aquilo que nos dá é para a vida toda…” explica Rui Pinto

Os gloriosos e intensos anos dedicados à dança trouxeram algumas complicações de mobilidade a Manuela Valadas, algo comum a muitos bailarinos e professores desta área.
“Como professora de dança moderna, o tipo de coreografia praticada envolve muito esforço dos joelhos. É um treino muito violento e continuado e leva a que se tenha lesões. No meu caso particular, são as costas e os joelhos”, conta Manuela Valadas acrescentando que “até agora consigo fazer tudo, mas já existem algumas coisas que implicam um esforço maior que o normal, algo que depois tira-me energia para fazer outras coisas que gosto”

“Como vamos transportar as compras?”

A possibilidade de adquirir uma solução de mobilidade que ajudasse Manuela Valadas a subir e a descer surge, como descrevem, de forma caricata quando decidiram mudar para uma casa de dois andares. “Esta era a casa que queríamos e o mais engraçado é que tudo isto (instalação do elevador de escadas) partiu de uma brincadeira ao questionarmo-nos como íamos carregar as compras, uma tarefa básica do nosso dia a dia. Uma brincadeira que depois passou para a debilitação óssea da Manuela, principalmente nos joelhos”, comentou Rui Pinto.

imagem de uma senhora num elevador de escadas Stannah

“Percebi que necessitava de um elevador de escadas quando mudei para esta casa. Eu vivia num apartamento sem escadas. Embora tivesse alguns problemas de mobilidade, não se me punham tão agudamente. Com a mudança para esta casa de dois andares, percebi que necessitava de um apoio extra. Para aceder a todo os pisos de casa preciso de subir e descer as escadas e estas não são simpáticas, são muito inclinadas” acrescentou Manuela Valadas.

“Divirto-me imenso a ver a Manuela a usar o elevador de escadas”

O contacto com a Stannah acontece quando Manuela Valadas decide encontrar uma solução que a ajudasse a vencer as escadas de casa, possibilitando o livre a acesso a todos os andares do seu novo lar. “Já conhecia a marca de folhear algumas revistas, mas só quando se impôs a questão das escadas na nova casa é que prestei mais atenção e comentei com o Rui a possibilidade de ter um elevador de escadas” explicou Manuela Valadas adiantando que “na minha opinião o facto de existirem soluções destas é muito bom para que uma pessoa se possa poupar e viver uma vida em pleno. Ora bem, se eu tenho alguns problemas de mobilidade e tenho a possibilidade de ter um equipamento destes por que razão vou prejudicar o meu estado de saúde quando posso ter qualidade de vida e bem-estar?”
 

“O lema é não abdicar da nossa qualidade de vida, mesmo à media que a idade avança. Não quero nunca perder o meu bem-estar”

 
Desde que tem o elevador de escadas que Manuela o utiliza várias vezes ao dia. Mesmo conseguindo subir e descer escadas, ainda que com alguma dificuldade, prefere guardar essa energia para fazer outras coisas que gosta. “Eu de manhã subo e desço com alguma facilidade, mas, ao longo do dia, vai tornando-se mais difícil e à medida que eu aumento o meu esforço estou a piorar o meu estado de saúde” acrescentando que “facilita-me imenso a vida. Posso subir e descer as escadas de casa as vezes que quiser, sem dores. Além de que me poupa para fazer outras coisas que gosto. Eu tenho a ideia de nunca desistir da minha mobilidade, quero continuar a andar, a nadar, continuar a fazer uma data de coisas de que gosto e que fazem falta, até porque nos que temos uma vida intensa de exercício quanto menos paramos, melhor. Se tivesse que me esforçar em demasia a subir e descer vezes sem conta as escadas de casa, ficaria sem energia para fazer as coisas que mais gosto”.
 
imagem de um casal a conversar no jardim
 
Já para Rui Pinto, a segurança que o elevador de escadas trouxe à vida de Manuela tranquilizou-o imenso. “Eu estou sempre preocupado com o bem-estar da Manuela e com o elevador de escadas estou muito mais tranquilo e em paz de espírito, pois, sei que a Manuela consegue utilizar toda a casa, sem dores e sem o risco de cair. Além disso, divirto-me imenso a ver a Manuela subir e descer no elevador de escadas…” adiantando que “para já não preciso da ajuda do elevador para subir e descer as escadas, só utilizo para transportar as compras (risos)”

Satisfeitos com a aquisição deste equipamento, aconselham vivamente a todos aqueles que necessitem de auxílio para subir e descer escadas. Sobre a Stannah referem que “correspondeu às expetativas, cumprindo com prazos acordados e mostrando-se sempre prestável e disponível para ajudar”

Stannah
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Editor da Stannah

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