“As minhas novas pernas… a menina dos meus olhos”

Desde que tem a sua scooter de mobilidade, Fátima Oliveira confessa que ganhou uma nova vida, uma nova liberdade!

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Abre-nos a porta, convida-nos a entrar e, prontamente, aponta em direção da scooter de mobilidade questionando-nos se já conhecemos a menina dos seus olhos, as suas novas pernas.

Fátima Oliveira, 49 anos de idade, conta-nos a sua história de vida e descreve como encontrou a solução para vencer as dificuldades diárias de se deslocar de muletas que, com o passar dos anos, tornavam-se cada vez mais dolorosas e impediam-na de viver a vida que realmente merecia.

“As muletas fazem parte da minha vida há mais de 40 anos”

Foi em pequena que descobriu que tinha poliomielite, uma doença que lhe provocou paralisia na perna esquerda. A partir daí que conta com a ajuda de muletas para se deslocar. “Aos 4 anos de idade foi-me diagnosticado poliomielite e desde aí que tenho convivido bem com a doença, mesmo sabendo que não estava a viver a minha vida a 100%. Com muito esforço, fui vivendo o meu dia-a-dia nem sempre tão independente como desejava, pois, quando necessitava de me deslocar para mais longe dependia da ajuda dos meus amigos/familiares”, conta-nos acrescentado que “dependia sempre de terceiros para realizar muitas tarefas, como ir à farmácia, às compras, ao centro de saúde, entre outras coisas. Não podia simplesmente pensar em ir a algum lado e ir. Tinha sempre que esperar pela ajuda de alguém”.

“Via o meu vizinho a utilizar a sua scooter e imaginava o quanto podia ser feliz com um equipamento daqueles”

Há cerca de um ano para cá, Fátima Oliveira começou a sentir que estava a chegar ao seu limite. As dores já eram bastantes e sofria muito quando tinha que usar a ajuda das muletas nos trajetos mais longos. Se até à data, sabia que não estava a viver a sua vida a 100% devido à sua doença, a liberdade e a independência cada vez mais vinham a desvanecer à medida que as dores iam aumentando.

Ativa como se diz ser, Fátima Oliveira começou a procurar soluções para resolver esta dificuldade que “a pouco e pouco vinha a roubar-lhe qualidade de vida”.  Na boa verdade, confessa que já tinha admirado uma scooter de mobilidade Stannah, mas duvidava ser  capaz de conduzir um equipamento como aquele: “ O meu vizinho tem uma scooter de mobilidade e eu fartava-me de o invejar. Um dia comentei com ele que queria experimentar uma scooter como a dele para ver se me adaptava à condução” conta-nos, adiantando que “cheguei a procurar outras soluções, mas implicavam que tirasse a carta de condução e não estava nos meus planos fazê-lo”.

A admiração pela liberdade/independência do seu vizinho aliada a necessidade de encontrar uma solução que a ajudasse a ultrapassar as dificuldades de se deslocar impulsionaram Fátima Oliveira a contactar a Stannah que, segundo ela, “foi das melhores decisões que tomou”. “Já tinha visto algumas publicidades sobre este equipamento. No entanto, penso que o que me impulsionou mais foi o facto de ver o meu vizinho a utilizar a sua scooter e imaginava o quanto podia ser feliz com um equipamento daqueles”, confessa-nos.

O primeiro contacto com a “menina dos seus olhos”

Decidiu, então, contactar a Stannah. Em troca, recebeu uma avaliação de mobilidade e um test-drive gratuito com alguns modelos indicados às suas necessidades. “O test-drive foi, sem dúvida, um dos momentos mais importantes antes de comprar a scooter de mobilidade. Aliás, nem compraria sem antes testar. O especialista mostrou-me dois modelos, após avaliar a minha condição física. Experimentei ambos em alguns locais que iriam fazer parte das minhas deslocações diárias e chegamos à conclusão de qual o modelo certo para mim”, conta-nos.

De repente, tudo mudou. Diz-nos que foi amor quase à primeira vista. Em pouco tempo, melhor, em poucos metros percebeu que tinha encontrada a melhor solução para resolver as dificuldades de mobilidade que, a pouco e pouco, lhe roubavam cada vez mais a sua liberdade, independência e qualidade de vida. Revela que “foi muito importante a etapa de experimentar a scooter pois consegui perceber que estava a fazer a escolha certa. Além disso, a adaptação foi fácil, a condução é muito simples e o especialista explicou-me tudo o que devia saber sobre a minha menina…a menina dos meus olhos”.

“Hoje, penso ir a algum lado e vou. Voltei a nascer…”

Desde que tem a sua scooter de mobilidade, tudo mudou. E, como a própria diz,” mudou para melhor”. “Ganhei uma nova vida. Para aquilo que eu preciso esta é a melhor solução. Faço tudo, vou às compras, vou ao centro de saúde, vou à farmácia. Se tiver que trabalhar para um sitio mais distante vou, tenho todo a liberdade que alguma vez desejei”.

Aliás, como forma de o comprovar, convidou-nos a dar um pequeno passeio pela sua freguesia para percebermos o que hoje faz e antes não fazia. Aceitamos o desafio e, enquanto passeávamos, foram vários os comentários de alguns vizinhos que por nós passavam: “Agora, é que estás bem!” ou ” Há muito tempo que precisavas de algo assim”.

“É a minha menina, as minhas pernas para todo o lado. De repente, tudo mudou. Hoje, não consigo imaginar-me de outra forma, não consigo viver sem isto”.

É uma sensação única, a sensação de sermos livre e independente, de não necessitar de ninguém para fazermos as nossas coisas”, descreve-nos, acrescentando que “até já fui à praia (fica a sensivelmente 20 min de distância), algo que não fazia sozinha aos anos. Aliás fui logo no dia seguinte. Fui relaxar e aproveitar um dia de sol. Quem diria que o ia fazer, sem depender de outras pessoas”.

Em jeito de conclusão, desafiamos Fátima Oliveira a descrever em poucas palavras a sua scooter de mobilidade. Sorriu e, prontamente disse que essa era uma tarefa fácil: “é a minha menina, as minhas pernas para todo o lado. Hoje, não consigo imaginar-me de outra forma, não consigo viver sem isto”. E não se ficou por aqui, adiantando que, apesar de estar muito satisfeita com a compra que fez, já pensou que daqui a uns anos quer aumentar a sua coleção de scooters de mobilidade.

Daniela Sepúlveda
Daniela Sepúlveda
Editora da Stannah Portugal

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