Uma plataforma elevatória como solução para um futuro melhor

A história de um bombeiro voluntário que prometeu à mulher que nunca seria prisioneira da própria casa

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Recebe-nos no pátio da sua casa, estende a mão: “António Coelho”. Conversámos durante a tarde, por vezes as memórias da vida impunham um tom sério, outras vezes traziam muitos sorrisos à mistura, mas sempre sem cerimónias. Bombeiro de quadro de honra, marido, pai, avó e fervoroso rádio amador – hobby que partilha com o filho Paulo Coelho- passámos horas à conversa com este homem de família que, desde cedo, prometeu à esposa uma casa à prova de envelhecimento.

A promessa

Começa por contar-nos um pouco da sua vida. Recua no tempo, mais precisamente a 1985, e recorda o dia em que decidiu comprar o terreno e construir uma casa de dois andares, o novo lar da família Coelho. “Uma das muitas conquistas da minha vida”, diz-nos, realçando “na altura já me imaginava a envelhecer aqui, na companhia da minha mulher, filhos e netos. Estava orgulhoso e feliz por poder ter uma casa que podia dizer minha”.

Mas, na altura, já havia algo que inquietava Maria Manuela Machado, esposa de António Coelho. Se uma casa de dois andares oferecia espaço à família, as escadas que davam acesso ao primeiro piso ofereciam preocupação. António recorda as palavras da esposa:

“E quando envelhecermos? Como vamos nós subir tantas escadas? Vamos ter dificuldades a andar e não vamos conseguir! Como vamos fazer? Não será melhor optar por outra solução?

António Coelho descreve-se como uma pessoa lutadora e essa questão, que também o preocupava, não foi motivo para desistir. Pelo contrário. Prometeu à esposa que arranjaria uma solução: “Não te preocupes. Havemos de arranjar uma solução. Prometo-te que teremos uma vida perfeitamente normal e independente durante muitos anos nesta casa que construímos para nós”

Ainda que muito embrionária, a ideia já passava por instalar um equipamento de mobilidade que os ajudasse a vencer as escadas de casa. Como ainda faltavam muitos anos, António Coelho guardou essa ideia para si, sabendo que esse dia haveria de chegar e aí já teria um plano traçado.

Uma vida ao serviço da proteção

Imagem de António Coelho com a sua farda de bombeiro voluntário
Bombeiro voluntário, esteve no ativo durante 35 anos. Revela que, durante muitos anos, presenciou situações que o fizeram pensar no seu futuro. “Enquanto fui bombeiro, vi e passei por muitas situações complicadas que me faziam pensar no nosso próprio futuro. Muitas vezes éramos chamados para transportar pessoas para o hospital e quando chegávamos às casas, deparávamo-nos com um grande problema: as escadas” recorda, acrescentando que “as pessoas não fazem ideia da dificuldade que é subir e descer escadas a transportar uma pessoa numa maca ou numa cadeira de rodas. Encontrávamos diversas situações, desde escadas estreitas que impossibilitavam a passagem em segurança de uma maca ou de uma cadeira de rodas, escadas complexas e difíceis de subir e descer sozinho, imagine a transportar outra pessoa.”

Todas estas situações serviram de exemplo para António Coelho. Desde logo percebeu que devia tomar medidas para que, futuramente, tal não lhe acontecesse. Ao mesmo tempo, não esquecia a promessa que tinha feito à esposa.

A Stannah

O tempo foi passando, os filhos cresceram, a família multiplicou-se com a chegada dos netos e a vida corria conforme António Coelho tinha planeado. No entanto, à medida que a idade avançava, tornava-se cada vez mais decisivo arranjar uma solução que ajudasse a vencer as escadas de casa. “O tempo foi passando e, tanto eu como a minha esposa, começamos a sentir algumas dificuldades de mobilidade” conta, explicando que “a força das nossas pernas já não é a mesma, mas continuamos a manter uma vida ativa. Não dependemos de ninguém para fazer as nossas tarefas diárias e queremos continuar assim por muitos anos. A maior dificuldade que tínhamos era subir e descer as escadas da nossa casa…”. Até que chegou o momento de dar solução a esta preocupação “Ainda conseguimos subir e descer as escadas, mas o esforço físico já é maior do que o comum e sabemos que cada vez será pior.”

 

“Não dependemos de ninguém para fazer as nossas tarefas diárias e queremos continuar assim por muitos anos. A maior dificuldade que tínhamos era subir e descer as escadas da nossa casa…”.

 

Mudar de casa estava fora de questão, mas a promessa que fez era para manter: “Vivo aqui há mais de 32 anos e não quero sair daqui. Ainda pensei em fazer um anexo no rés-do-chão, mas eu sabia que existiam outras soluções, por isso, comecei a procurar”.

Falou com muitas pessoas, informou-se sobre todas as possibilidades e decidiu entrar em contacto com a Stannah, com o objetivo de encontrar um equipamento que o ajudasse a vencer as escadas de casa.

Recorda que quando recebeu um especialista Stannah em sua casa, e depois de uma avaliação pormenorizada à mobilidade dos futuros utilizadores e um estudo rigoroso das escadas, foram-lhe apresentadas duas soluções possíveis: um elevador de escadas ou uma plataforma elevatória. Lembra ainda que, na altura gostou das duas soluções, mas optou por uma plataforma: “As duas soluções que me apresentaram cumpriam todos os requisitos que exigia. No entanto e fruto do que vi e passei enquanto bombeiro, preveni-me e optei por uma plataforma, pois, permitem o transporte de pessoas em cadeira de rodas e eu não sei o que o futuro nos reserva, a mim e à minha mulher”.

Sobre a escolha da Stannah para parceiro de mobilidade, António Coelho realça, sobretudo, a confiança que aImagem do casal Coelho a subir na sua plataforma elevatória Stannah empresa lhe transmitiu: “Desde o primeiro contacto, até hoje, sempre se mostraram disponíveis para ajudar-me. Além disso, destaco a qualidade da plataforma, que até agora tem sido frequentemente utilizada e nunca nos desiludiu”.

Hoje em dia, sente-se feliz e orgulhoso com a decisão que tomou. Agora, António Coelho e Maria Manuela Machado, sua esposa, podem subir e descer as escadas de casa, sem esforço e em segurança, acedendo a todos os andares do seu lar. “Estou muito satisfeito com a minha escolha. Sinto que dei um passo importante em prol do nosso futuro independente e ativo. Ajuda-nos imenso a continuar a manter uma vida ativa. Por exemplo, a minha esposa vai às compras, chega a casa e não dispensa a utilização da plataforma pois ajuda-a a transportar as compras pesadas. E todos os dias utilizamos a plataforma para ajudar-nos a subir e a descer as escadas”.

 

 

 

Em tom de conclusão, deixa o conselho para quem já sente dificuldades de mobilidade. “Não hesitem em investir na sua qualidade de vida” diz, acrescentando que “a plataforma oferece a garantia de um futuro melhor, um futuro independente. Além de que permite que possamos envelhecer na nossa casa, em segurança e sem dificuldades. Tem sido, sem dúvida, uma experiência muito positiva para nós”.

Stannah
Stannah
Editor da Stannah

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