Férias dos mais pequenos? Com os avós, com certeza!

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imagem de um casal de avós com o neto

Quando pensamos em verão, vem-nos sempre à memória o bom tempo, as férias, o merecido descanso, lazer. Acertamos? (Pensamos que sim ). No entanto, e como diz o ditado, nem tudo é um mar de rosas, principalmente para quem tem filhos. É uma altura de grandes dores de cabeça por ser sinónimo de “férias grandes” e de grande coordenação para preencher os tempos livres dos mais pequenos que em pouco coincidem com o calendário laborar dos pais trabalhadores.
A questão é sempre a mesma, transformada num verdadeiro “problema” para os adultos: onde deixar os mais pequenos nas férias escolares ou dos infantários? A resposta, essa pode estar bem próxima: na companhia dos queridos avós.

Férias de verão com os avós? Recomenda-se!

O envelhecimento da população, o maior número de mães no mercado de trabalho, o aumento dos divórcios ou de ruturas nas relações conjugais indicam que os avós desempenham cada vez mais um papel fundamental na estrutura familiar. Além de serem um elemento importante na maioria das famílias, são a resposta certa para quem procura uma solução para as férias dos mais pequenos.

imagem de um casal com a neta no campo

Com os avós, há garantia de colo, de histórias bem contadas (umas de fantasia, outras bem reiais sobre as próprias famílias), de jogos divertidos, de abraços e de transmissão de um conjunto de valores que também são os seus. Os mais pequenos agradecem e os mais idosos anseiam pela oportunidade de participar na vida dos netos e de ajudar os filhos, tantas vezes incapazes de encontrar alternativas que entretenham os mais pequenos durante os mais de dois meses de duração das férias de verão.

4 (boas) razões para impulsionar o convívio intergeracional

As recomendações para que os mais pequenos façam férias com os avós são muitas, em forma de estudos que defendem que esta (boa) relação só traz vantagens aos intervenientes. Ganham os miúdos, que beneficiam de um convívio com os mais velhos, algo que, segundo um estudo da Universidade de Oxford, reduz o risco de terem problemas comportamentais e emocionais e ganham também os graúdos. De acordo com os dados de uma investigação do Instituto do Envelhecimento da Universidade de Boston, ter a oportunidade de cuidar dos netos dá aos seniores a sensação de independência funcional, o que faz com que continuem a sentir-se úteis, reduzindo o risco de solidão e depressão. A esta vantagem junta-se, para os idosos, um reforço da sua capacidade cognitiva e um melhor estado de saúde, este último comprovado pelo projeto Grandparenting in Europe.

imagem de um avô a ler um livro ao neto

Vejamos, então, ao pormenor uma lista de benefícios da (boa) relação entre avós e netos:

  • Menor risco de depressão: de forma geral, a saúde psicológica de avós e netos melhora quanto mais apoio emocional recebem uns dos outros. No caso dos avós, é favorecida se esse apoio não impedir que se sintam “funcionalmente independentes”. Isto é, é fundamental que os avós continuem a sentir-se úteis e capazes de retribuir a ajuda;
  • Maior agilidade cognitiva: Cuidar dos netos está associado a um melhor desempenho cognitiva, revela um estudo realizado na Universidade de Melbourne (Austrália). Por norma, as crianças ‘obrigam’ os mais velhos a exercitarem mais a memória o que só traz benefícios para os avós.
  • Sentir-se saudável: os avós que não cuidam dos netos têm maior probabilidade de dizer que a saúde já teve melhores dias do que aqueles que costumam cuidar dos netos. E o contrário também é verdade! Os avós que cuidam dos netos têm maior probabilidade de ter boa saúde. Esta é uma das conclusões do projeto de investigação “Grandparenting in Europe”. Tomar conta dos netos pode ser rigoroso físico e emocionalmente, diz o estudo, mas também pode ser recompensador porque permite que avós e netos criem uma relação mais próxima, um laço único.
  • Aprendizagem mútua: quem nunca ouviu que a idade traz sabedoria e experiência? Por isso, os avós são uma ótima fonte de saber, apoiando os netos no desenvolvimento do conhecimento linguístico, cultural e científico. Por sua vez, a interação com as crianças estimula a aprendizagem dos mais velhos, impulsionado também a vontade de conhecer novas áreas como as tecnologias da informação e o inglês como segunda língua. A conclusão surge de um estudo da Universidade de Londres.

Quando a falta de mobilidade dificulta a interação entre avós e netos

avô na scooter de mobilidade stannah

De facto, são muitos os idosos que deixam que as dificuldades de mobilidade os impeçam de passar bons momentos com os seus netos, dentro ou fora de casa. Vejamos alguns exemplos: passear com os mais pequenos no parque, levá-los à praia ou a dar um mergulho na piscina, acompanhá-los na compra de um gelado.
Já dentro de casa, a mobilidade também é fator chave quando se trata de tomar conta dos netos. Por exemplo, para os mais pequenos, a sesta depois de almoço é algo indispensável. Nas casas com mais que um andar e com os quartos no piso superior, transportar uma criança ao colo pelas escadas não será, certamente, uma tarefa fácil, principalmente para pessoas com dificuldades de mobilidade, muito menos ter que subir e descer as escadas sempre que queremos verificar se está tudo bem com os pequenos. Na maioria das vezes, o que acontece é mudar a rotina dos mais pequenos e coloca-los a dormir no sofá, algo que sabemos que não é tão confortável como uma cama.

imagem de uma avó sentada num elevador de escadas Stannah a sorrir para a neta

Além disso, qualquer avô(ó) gosta de dar liberdade aos netos para desfrutarem de toda a casa, todos nós sabemos o quão energéticos e exploradores os mais novos podem ser. Nestas situações, a supervisão é sempre importante, mas numa casa de dois andares pode tornar-se dolorosa, “obrigando”, na maioria das vezes, a impor limites de liberdade dentro de casa.

Felizmente, hoje em dia já existem soluções para ajudar a resolver estas situações. Seja através das scooters de mobilidade, a melhor solução para os avós com dificuldades em andar, que lhes permite deslocarem-se para onde e quando quiserem, em segurança e sem esforço maior ou dos elevadores de escadas, que devolvem a possibilidade de subir e descer as escadas de casa, sem risco de cair ou dores, podendo assim acompanhar os netos e beneficiar de uma partilha com benefícios para todos.

Se se revê nestas situações ou tem crianças e gostava que estes passeassem mais tempo com os avós, mas os seus pais sofrem de dificuldades de mobilidade, optar por um equipamento de mobilidade irá eliminar qualquer barreira de mobilidade que impeça os netos e avós de viverem uma relação mais próxima.

Stannah
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Editor da Stannah

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